Escritos de uma mente e coração confusos
sábado, 11 de junho de 2011
Me perdi no que não me acharia.
Acho que o nunca mais é pra sempre.
Qual foi minha motivação?
A sua eu já sei e fingi que não a via.
E o punhal sempre acerta
o coração que adoece sozinho,
chorando sangue pelos olhos.
O adeus não dado ilude a saudade,
o orgulho esconde a verdade,
o medo reprime a vontade.
Mesmo sentindo a dor de não Sermos,
pelo que não foi dito,
me calo e permaneço calada.
Receio o não ter eterno.
Espero o seu primeiro passo
pois tenho medo e vergonha
de me vencer pelo cansaço.